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Custo de construção: não basta ser preciso, é preciso parecer preciso!


Em um empreendimento imobiliário é comum que o desenvolvedor busque parceiros para investir no negócio, sejam eles fundos imobiliários, outros desenvolvedores ou até mesmo o proprietário do terreno por permuta. Entretanto, a decisão de investir em negócios estruturados por terceiros esbarra na confiabilidade dos parâmetros utilizados no estudo de viabilidade, normalmente fornecidos pelo captador do investimento.


O custo de construção é um desses parâmetros. A principal despesa do fluxo de caixa, correspondendo a 60% do total de despesas. Além disso, o custo de construção participa do valuation do terreno, normalmente feito pelo método involutivo, em que o custo de construção é a principal despesa do fluxo de caixa de um empreendimento hipotético a ser realizado no terreno. Por conta disso, o custo de construção participa indiretamente de mais de 85% das despesas do fluxo de caixa do estudo de viabilidade, sendo sua precisão essencial para a segurança do retorno do investimento esperado.


No artigo publicado ontem no Buildin falamos como o tratamento estatístico da modelagem CUG é capaz de aliar a experiência da empresa construtora (fornecedora dos dados) com a confiabilidade perante o investidor externo.


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